segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Siga Sempre Semeando...


Flores simples, mas que na simplicidade de ser nos encantam e inspiram!
Sejamos também semeadores do bem, assim como o vento que no seu movimento que às vezes incomoda, traz tb sementes que se traduzem em beleza florida e perfumada.



SSS..Siga. Sempre. Semeando...

O vento às vezes incomoda e até destrói. Mas também traz a semente.
Semente que cai, brota, floresce , perfuma e alegra os jardins.
Imitemos o vento, deixando cair as sementes do bem por onde passarmos.
Semeie, semeie sempre. Nunca se canse de semear...,
Sementes de amor, amizade, solidariedade....e tantas outras que por certo és portador.
Algumas podem brotar...ou talvez todas...
Que nossos dias possam ser todos  "orvalhados"  de muitas bênçãos!


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Quanto vale seu voto?

 


Estamos terminando setembro. Estamos também a poucos passos de uma nova eleição.
Momento de nós, brasileiros, refletirmos com clareza e discernimento sobre qual futuro queremos para nosso País. Em uníssono bradamos por mudanças que possam mudar o rumo social político do Brasil.

Enquanto uns e outros levam vantagem em tudo , ou se fazem de surdos às necessidades do povo, este sofre as consequências de um país onde tudo anda mal das pernas: segurança, educação, saúde, transportes…. Honestidade e caráter por parte de alguns políticos .
Como de costume a mídia nos sobrecarrega de informações sobre os candidatos. Onde foram, o que comeram, com quem estiveram etc e tal. O horário político, difícil de engolir. Intrigas e mais intrigas. A preocupação parece ser maior em desmerecer a oposição. Todos fazem promessas fartas, mas ao chegar ao cargo pleiteado , governam em benefício próprio.

O brasileiro está cansado de promessas fartas e amnésias profundas. Não é de se surpreender se nestas eleições tivermos muitos votos nulos ou brancos.
Por isso a necessidade de votar com discernimento, embora esteja difícil, saber realmente se o que o candidato propõe é viável antes de tudo e se trará benefícios à sociedade e não apenas a uma parcela da sociedade.
 
Vamos fazer valer nosso voto! Pensemos em candidatos que como nós querem um Brasil melhor, sem miséria, livre de injustiças sociais, um programa de saúde que funcione. Quanto à segurança, precisamos usufruir do direito de ir e vir sem ser surpreendido por um marginal que pode nos tirar a vida por uns trocados. Nossos filhos carecem de sentirem-se seguros em escolas, parques de diversões , shoppings e outros locais mais.


Votar é um ato cívico em que escolhemos o nosso representante para atuar nas diferentes camadas decisórias da administração pública que impactará nossas vidas. Supostamente, escolhemos os que possuem os mesmos valores que, ao decidirem algo por nós, agem de forma similar a qual nós mesmos pensamos. Se desejamos maiores investimentos, empregos, saúde, educação e segurança, então devemos escolher um candidato o qual possua esse perfil e não aquele que nos apresenta propostas fúteis ou sem base como se fosse a última maravilha, cegos de que aquilo é o melhor para nós”

Avante! Podemos pelo menos tentar mudar os rumos da história do país. As mudanças acontecem aos poucos. Não podemos desacreditar da força e poder de nosso voto.




terça-feira, 23 de setembro de 2014

Chuva que cai...chuva que traz bênçãos...




A chuva que cai molhando a terra e revigorando plantações, revigora também nossos corações trazendo esperança de novos dias.
Plantas que agradecem silenciosamente ao serem tocadas pelas gotas da chuva, Corações que flutuam até Deus em agradecimento pela bênção recebida.
Que a chuva dessa manhã traga também bênçãos para  nossos corações permitindo brotar dele esperança e alegria.
Na nebulosidade da manhã chuvosa, o ipê rosado ainda resiste simbolizando vida produtiva nesta transição de estação até então carente de umidade.
Como um prêmio consolação ele se ergue altaneiro, enquanto tardam as flores tão prometidas pela primavera! 

  "A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la."
Cecília Meireles

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

A beleza dos ipês




Não é preciso ir muito longe para apreciar esta beleza.

Mais uma vez durante esse ano os ipês nos surpreendem com sua bela floração em meio a estiagem.
Em contraste com o azul do céu o ipê branco se ergue altaneiro trazendo-nos a mensagem de paz,esperança e otimismo.






Não tem como ficar indiferente ou ignorar o belo.
A beleza não consiste em apenas "ver", mas lançar um olhar diferenciado para o belo.



Na vida também assim acontece. É preciso que nossos olhos não apenas contemplem a exterioridade, mas olhe com profundidade deixando aflorar sua sensibilidade . Há sempre uma beleza escondida ,
Assim como a Natureza nos ensina através da florada dos ipês, que florescem indiferentes ao tempo seco e árido, podemos também sempre buscar uma nova maneira de florescer, mesmo que seja por pouco tempo.
Seja leve, siga leve! Pense positivo.
Há sempre um jeito de deixar a vida mais bonita.


"Assim como os ipês buscam na profundeza do solo  a água para o seu florescer, busquemos também no mais profundo de nosso ser o vigor necessário para o florescer da vida".

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A criança e o trabalho nas ruas

No post anterior onde falei sobre a pureza e ingenuidade das crianças, nas entrelinhas entende-se que criança precisa brincar e ter uma família que a ampare , respeite e proteja

O ato de brincar promove um desenvolvimento saudável, ajuda na interação social com os companheiros , resolução de conflitos promovendo sociabilidade e desenvolvendo sua criatividade e inteligência.

Brincar é um direito da criança que já traz ao nascer esse espírito lúdico que vai tomando forma e ganhando espaço de acordo com os estímulos que recebe dos familiares e outras atividades na escola, bem como na interação com os demais à sua volta.

Infelizmente não é assim que acontece. A exploração do trabalho infantil se faz a cada dia mais presente em nossa sociedade. Não estou aqui falando da exploração agrícola , em minas de carvão ou qualquer outra modalidade mais agressiva de exploração de trabalho infantil.
Refiro-me à situação de crianças de rua . Pedintes ou vendedores de “balas , chicletes ou qualquer outro doce., o que não deixa também de ser uma exploração

Crianças que deveriam estar na escola , mas que por alguma razão que desconhecemos a fundo, tiraram-lhe o direito ao estudo ou lazer.
Ao nos deparar com tal situação, muitas vezes não sabemos como agir. Comprar ou não comprar? O que diz sua consciência?

Leiam o texto abaixo, uma cena com que me deparo várias vezes pelas ruas da cidade. E que qualquer um de vocês também possa ter vivenciado.
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Como agir diante de um rostinho triste que com vozinha baixa e chorosa te aborda e diz:
- “Moça, compra uma cartela de chicletes. O gás lá em casa acabou e eu preciso de dinheiro”.
A minha consciência me diz que não é certo. Que não devo incentivar aquela criança a usar desse artifício, um meio fácil de ganhar dinheiro nas ruas.
Mas como resistir a tal apelo?
 Pergunto onde está a mãe. Ela responde baixinho apontando com o dedo que a mãe está lá fora da loja onde nos encontramos.

Criança na rua pedindo ou vendendo “doces” é sinal de que alguma coisa não vai bem na família. Pode ser que haja alguém doente ou desempregado e a família necessite desse complemento para completar a renda.
Comprar ou não comprar? Eu até resisto e fico alguns minutos conversando com a pequena.
Mas ela está vendendo, eu penso. Poderia estar pedindo ou roubando!

Eu ainda tento: Não tenho toda esse valor em trocados na carteira. Mostro o que tenho e ela aceita. Parece que a necessidade era grande na família, e tudo que vier é lucro!

Resultado: acabei ficando com a cartela de chicletes e ainda fiquei com remorso por não ter o valor total da compra. Saí da loja e ela continuou por ali abordando mais alguns clientes, o que , acho que deveria ser proibido.
Mas a exploração já começa daí: fica difícil “expulsar” uma criança da loja!

Evidentemente , a mãe ou quem quer que seja que a estivesse “usando” deveria estar de longe monitorando “o trabalho”. Enquanto a criança fica exposta a inúmeras situações de risco o melhor do trabalho seria feito pelo adulto: contar o dinheiro. 
Ou não! O responsável poderia também estar em alguma esquina vendendo algum outro produto, guardanapos por exemplo... A menina seria a "isca" para dobrar o salário. Na realidade não se sabe o que a fundo acontece na família.

Comprar a mercadoria eu sei que não ajuda no real sentido da palavra. É uma solução de emergência e apenas favorece o ciclo vicioso para dar continuidade a essa forma de ganhar dinheiro fácil nas ruas.

Uma situação que merece mais atenção de nossas autoridades. O ECA está aí para garantir à criança e ao adolescente o direito a um desenvolvimento saudável, o direito  à família , ao lazer e ao esporte.
Mas em nosso país , infelizmente encontra-se muita dificuldade em colocar em prática as leis , tornando-as praticamente ineficazes..

14/09/14 19:50:48

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A pureza das crianças

Crianças são seres espontâneos que por vezes nos enternecem na sua inocência pueril.

Desconhecem a lei do tempo, que nos escraviza e acaba nos impedindo de viver a vida com maior autenticidade.
Vejam só onde essa "gatinha" foi se aninhar..Enquanto o vovô tia um cochilo,nada mais natural que se enrolar sobre suas pernas...


Crianças são livres para criar e recriar de acordo com sua imaginação e dos estímulos que a cercam. Não guardam mágoas, esquecem-se facilmente das broncas e são sinceras . Tão sinceras ao ponto de dizer no auge de seus 3 aninhos, que o vovô é velho porque tem  cabelos brancos e ttambém tem “pregas” no rosto...

Ah, Santa pureza das crianças! Quisera eu poder usar de tanta espontaneidade e sinceridade. Pelo contrário, nos escondemos atrás de falsidades e até de mentiras com a desculpa de que “melhor deixar tudo como está”. Assim todos saem ganhando: quem enganou e quem fingiu ou aceitou ser enganado... 
 
E assim vamos vivendo nossa vida de mentiras e ilusões... Nos tornamos sérios e compenetrados . Somos peritos em ditar regras de certo e errado, mas muitas vezes fazemos valer aquele velho conceito: “Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço"

A sociedade nos cobra, a vida nos cobra . Precisamos estar sempre por dentro de tudo. Afinal com tantas informações que nos chegam hoje em ritmo acelerado , não podemos demonstrar alheamento à política, religião, economia, escândalos , problemas sociais, etc...
E a vida vai ficando chata, pesada e exigente demais.

É, crianças são seres especiais. São alegres e divertidas e sempre prontas a receber ou dar um sorriso ou um afago. Normalmente não tem preconceitos de forma alguma. São fáceis de conviver com as diferenças e se porventura alguma apresentar um comportamento que exclui, certamente será por influência de algum adulto.

Como é bom realizar o desejo de uma criança. Como é gratificante receber seu abraço, seu sorriso de felicidade e agradecimento.
E ainda tem pais que “assassinam” ou maltratam seus filhos indefesos, ainda sabemos de crianças escravizadas no trabalho, crianças que perdem o direito de brincar e estudar., Crianças que são estupradas, abandonadas, violentadas ...

O que se faz agora com as crianças, é o que elas farão depois com a sociedade”
  Karl Mannheim

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E toda essa teoria sobre as crianças, surgiu porque eu me enterneci com a inocência do Lucas , dentro dos seus 3 aninhos.


Ele adora tomates. e quis fazer a sua plantação. Pediu que eu arranjasse uma vasilha com terra. Pronto o vasinho, ele não titubeou, pegou uma metade de tomate em cima da mesa e "Plantou literalmente o seu tomate"
De nada adiantou eu querer lhe explicar que era preciso tirar as semente. "Nããããoooo , ele disse. Tô plantando meu tomate "
E quando foi embora ainda me pediu que não esquecesse de molhar. Quando voltar vai encontrar um pé bem "gandão" cheio de tomatinhos...
Não é lindo essa  sabedoria infantil?




terça-feira, 9 de setembro de 2014

FÉRIAS NA CASA DA VOVÓ



Bem , meus amigos, depois de muita agitação a casa começa a voltar à rotina antiga.
Foram quinze dias de muita alegria e diversão. 
Muito riso, comidinhas ao sabor de cada um , acordar com beijos e abraços afetuosos dos netos , o dedinho da Maria Eduarda já desde muito cedo apontando pra porta...E me dando os bracinhos, porque a vovó era a única que tinha paciência em fazer “demorados passeios" pelo quintal atrás do bichano. 
Mas quem resiste àqueles bracinhos roliços e o olhar pidão? Claro , nesses dias ela não deu sossego ao bichano e desvendou todos os cantinhos da casa e do quintal.

prá ver o bichano vale tudo! Ai ai ai... ninguém segura essa pequerrucha...

Eu nunca tive essa convivência com meus avós. Aliás, eu nem os conheci. Mas quando meus filhos e netos chegam , tudo é preparado com muito carinho na intenção de que sintam-se confortáveis e acima de tudo sintam -se pessoas especiais.

A mesa posta quase praticamente o dia todo servia de desculpa para colocar a conversa em dia, enquanto no quintal a criançada se divertia 
Porque na casa da vovó "quase tudo” é liberado.
Então a criançada fica livre para esparramar os brinquedos no quintal
não são lindas minhas princesas?

momento ternura...

 
e este é meu príncipe ! Já é um homenzinho e adooora chocolate. Mas na casa da vovó pode todo dia e "quase toda hora"
Pedir para molhar as plantas no canteiro, quando a verdadeira intenção é... molhar-se na chuvinha fina da mangueira..
fazer bolhinhas de sabão, quer dizer, “bolhas enormes” com aquela receita caseira que a mamãe achou na internet...

e depois do lanche da tarde com pão de queijo quentinho, bolo de chocolate,brigadeiro e e outras guloseimas, é certo o passeio no sítio...
lanche da tarde com a amiguinha Giovana

_ andar a cavalo, dirigir o trator... conhecer a plantação de mandioca...o pé de romã carregadinho … dar comida às galinhas … e etc etc...

Sem falar nas pipas que garantiu também muita diversão tanto no sítio, quanto no campinho. Aliás, o titio é perito em confeccioná-las e ficava horas limando varetas, cortando papéis coloridos para deixá-las bem lindonas com uma bela rabiola...



O improviso da festa de aniversário da Rafa que rendeu além dos presentes, muitos beijos e abraços
e completar seis anos merece um troféu, vocês não concordam? Pois bem ,mais  um sonho realizado, presente da tia Emília. Com direito a nome e data gravados. Ela adorou... Coisas de criança!



É , na casa da vovó é assim... muita ternura e amor. E até decisões um pouco ousadas...
 E não é que me aventurei a acompanhar sozinha essas duas meninas queridas à academia de lazer e saúde? Mas me vi em papos de aranha,porque ... quem segura essas pequenas?

Vejam onde foi parar a mais velha! Pulou, pulou até que consegui segurar na barra mais alta . E como se não bastasse , escalou até o pico.. e eu embaixo cruzando os dedos para que ela não caísse...Seria eu a medrosa e insegura ou a netinha aventureira demais?
cuidado Gabi!!1 Ai ai ai essa menina me deixa nervosa...
e ainda tenta ajudar a caçula a realizar a mesma façanha. Ninguém segura essas meninas !

E a vovó foi clicando, clicando.Porque momentos assim precisam ser eternizados. É gratificante quando eles chegam e veem alguns desses momentos eternizados em fotos  que mandei revelar e coloquei no painel que tenho no meu quarto. O Lucas adora e  pelas fotos acompanha seu crescimento. Aqui eu tô "gande" ele diz. A Maria Eduarda então aponta o dedinho e fala "nenê, nenê"

hora do relax...

pequenos construtores...
carinho, acolhimento...
o que será na TV???
Já sei brincar de casinha...desde pequenininha o instinto feminino se revela...

Obrigada Deus, por me permitir participar de momentos tão belos e inesquecíveis!