https://youtu.be/wYRrcK2XMEE?si=JNbRRP_Z6I45FEzk
Finalizando o mês de maio ontem , acabamos de dar mais um passo encerrando mais um ciclo dos meses do ano .
Sem pedir licença chega o novo mês mostrando a realidade do tempo presente.
Parece que ainda ontem despertávamos para o novo ano e então o calendário vira a página e a gente desperta para o tempo que não anda , corre ...voa...
Piscamos , e o café da manhã já tem cheiro de milho cozido, rsss... as músicas juninas já brincam em nossos ouvidos...
Espera aí , Já estamos na metade do ano?
O ano pode não desacelerar , mas desaceleremos nós ... um por do sol por tarde , uma fogueira de cada vez....
Maio se foi , mas ainda temos muito dele a insistir nos seus dias de outono friorento e a lembrança de muita chuva . Chuvas intensas e Tanto frio que fomos obrigados a revirar o baú prá de lá retirar aquele agasalho esquecido há tempos .
No quesito espiritual , maio foi de grande crescimento
Nenhum outro mês do ano litúrgico concentra tantas graças ao mesmo tempo.
O Mês de Maria, o encerramento do Tempo Pascal com a Ascensão e Pentecostes, e o Dia das Mães convergem em 31 dias únicos
Encerramos o mês de maio com a festa da VISITAÇÃO
quando Maria, grávida de Jesus, correu para a casa de Isabel grávida de João Batista.
É o momento em que Maria cantou o Magnificat, o cântico mais belo de toda a Escritura:
“Minha alma engrandece ao Senhor e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador” (Lc 1,46-47).
Uma bela moldura para encerrar o mês: começou com flores e rosas, termina com o cântico de louvor de quem descobriu que Deus é grande.
Diante de tanta riqueza, não podemos deixar maio ser mais um mês de rotina espiritual medíocre. Tantas graças ficam à nossa disposição e precisam ser acolhidas

