Eu encontrei essa música no facebook e achei interessante a letra que fala da realidade de muitos brasileiros depois da frustração com a eliminação do Brasil nos jogos da copa do mundo .
Eu me sinto assim , um pouco como na música . Na verdade eu não acreditava muito na vitória do Brasil , desde o primeiro jogo que já foi um grande fiasco. Mas sempre lá no fundo a gente espera que um milagre aconteça .
É , mimha gente , a vitória foi pro ralo , mas a vida continua .
O jogo acaba, a torcida silencia, mas o trabalhador continua de pé, enfrentando a segunda-feira, as contas, a responsabilidade e a luta diária.
Acabou a copa do mundo , mas o campeonato da vida não ", assim diz com ênfase a canção.
A realidade de quem sonhou , toreceu , acreditou...
mas ficou na frustração a olhar ruas vazias ...
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Trechos de um texto que li nna internet , de autoria abaixo:
André Luiz Thiago também conhecido por André negrão.
Existem saudades que não cabem em, fotografias. Elas moram na memória, no peito e naquela sensação de arrepio que o tempo nunca consegue apagar.
Eu estava assistindo ao jogo e, de repente, percebi que não era a bola que prendia minha atenção. Era a lembrança.
Lembrei de quando a Seleção Brasileira entrava em campo e o Brasil inteiro parava.
Não existia rede social para dividir a atenção, não existia discussão sobre curtidas ou seguidores.
Existia apenas um povo olhando para onze homens vestindo a camisa amarela e acreditando que eles carregavam, junto com a bola, o orgulho de uma nação inteira.
Aquela camisa não era um uniforme. Era um símbolo.
Hoje, muitas vezes, parece que a Seleção virou apenas mais um compromisso entre um campeonato europeu e outro.
Não estou dizendo que faltam jogadores talentosos.
Estou dizendo que sinto falta de enxergar aquele brilho nos olhos que fazia o torcedor acreditar que, se fosse preciso, aqueles homens deixariam a própria alma dentro de campo.
Porque foi isso que aprendemos a amar.
A Seleção Brasileira nunca conquistou apenas títulos.
Ela conquistou corações.
Ela fez crianças sonharem.
Fez adultos chorarem.
Fez um povo inteiro esquecer seus problemas por alguns instantes.
E talvez seja essa a maior saudade.
Não é apenas dos gols.
Não é apenas das Copas.
É do orgulho.
Orgulho de olhar para a televisão e dizer, com o peito estufado: "Esses são os nossos."
Esse sentimento não tem estatística, não cabe em planilha, não aparece em números.
Ele mora na memória de quem viveu uma época em que vestir a camisa amarela era muito mais do que representar uma seleção.
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