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quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Vamos brincar com a Chica 36: Positividade e boas vibrações


Considere a hora de adoração que vos cabe como uma hora de paraíso. Ide a ela como se vai ao céu.
(São Pedro Julião Eymard



Diante do Santíssimo recebo boas vibrações, porque dali emana paz.

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Vamos brincar com a Chica 


A vida é um constante desafio . Mas é preciso ter fé esperança , manter a positividade no coração . Buscamos forças em Deus . É n'Ele que fixamos nossos pensamentos esperançosos de que podemos resolver toda e qualquer situação . Ele nos ajuda a atravessar maus momentos . 



"Concentrando nossas energias n'Ele  recebemos boas vibrações "


"Tenha pensamentos positivos e emane boas vibrações."


Dentro de nós há tantas coisas boas . 

"Apegue-se a elas e emane boas vibrações "

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Flores e boas vibrações 




Flores brancas trazem vibraçoes de paz , esperança .



Trago-vos flores

e com elas tudo que é bom

energias positivas 

muita saúde e amor

Boas vibrações

 reslandeçam no seu dia  

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Brinque você também . Aqui

 



sexta-feira, 6 de abril de 2012

"Semana Santa: respeito e um olhar atento para a Santa Cruz"

Quero manifestar aqui o meu repúdio a essa forma moderna que muitos tem de viver a Semana Santa., principalmente a Sexta-feira Santa.
Não deixa de ser um feriado que além das funções religiosas pode ser reaproveitado para visitar familiares e reencontrar amigos.
Mas para muitos, as funções religiosas ficam em último plano. Para outros elas nem mesmo existem.
Planeja-se tudo: viagens, reunião com amigos, happy hours, cervejada e até churrasco!!!
Eu fico pasma com toda essa modernidade. Onde fica a disciplina exigida pela igreja no ato de abster-se da carne pelo menos na Sexta-feira Santa?  Onde fica o disciplinar-se,  o refrear a gula? E o fortalecer-se através da oração  nos privando momentaneamente de  de pequenos hábitos?
E a venda de bebidas alcoólicas na Sexta feira Santa, que em outros tempos nem se cogitava?
Aliás, lembro-me que pelo menos aqui em minha cidade os bares nem abriam. Outros reabriam sómente após as 15 horas, hora da morte de Jesus.
A quaresma toda era um período de respeito total. Concordo com o término das crendices que giravam em torno da quaresma, quase sempre histórias  contadas pelos nossos pais e avós. Durante a quaresma havia um certo mistério no ar. Muitas lendas e costumes que o tempo foi apagando.
Sim, vamos abrir mão das crendices. O mundo mudou. A Igreja mudou. Já deu largos passos em questões de fé. Está mais aberta, mais receptiva. O modo de expressar nossa fé pode ser outro. Mas nunca deve beirar a abusos , desrespeitos ou desleixos. A essência da quaresma e principalmente da Semana Santa deve ser preservada.
A Sexta-feira Santa então , deve ser um dia de respeito máximo , um dia de voltarmos nosso olhar para a cruz de Cristo e ver nela nossa redenção. A Cruz de Cristo foi o início de tudo. Pela Cruz temos a oportunidade de transformação , de nos limpar do pecado. A cruz é dor, mas é também vitória.
Ontem uma catequizanda enviou-me uma mensagem via celular perguntando se ela precisava ir à celebração do lava-pés .
Eu que pensei ter explicado convincentemente sobre o tríduo pascal, ri-me interiormente de minha santa ingenuidade. Ela não entendeu nada. Ou porque não prestou atenção suficiente ou porque para ela a instituição da Eucaristia e o gesto humilde de Jesus ao lavar os pés dos discípulos não significou nada. É tudo balela. Triste, mas eu não consegui levar a mensagem até seu coração.
Respondi-lhe que “Sem dúvida Jesus ficaria muito feliz com sua presença”. Mas ela não apareceu.
É essa nossa realidade hoje. Está difícil chegar até nossos catequizandos em questão de transmitir a fé. Os apelos do mundo falam mais alto.
Hoje ao me dirigir à igreja para a celebração das três horas da tarde, o que vi não só me decepcionou como também me indignou e até constrangeu.
Num bar próximo da minha casa e a uma quadra da Igreja uma rapaziada fechava a circulação de pedestres pela calçada. Faziam uma tremenda algazarra, todos com latinhas de cerveja nas mãos ao lado de um carro com o som na maior das alturas. Pelo jeito como se comportavam deviam todos já estar “altos”.
Eu, como tantos outros que passavam por ali naquele momento tivemos que mudar de calçada, para evitar maiores constrangimentos. E quem sabe também não incomodar os festejos dos jovens que curtiam alegremente seu “feriadão”.
Infelizmente é assim que se comporta a maioria dos jovens nos dias de hoje. Curtem a vida e deixam-se curtir por ela.
É saudável levar a vida com alegria, mas é preciso cuidado para não deixar que a vida os leve...
Grande é a nossa responsabilidade como catequistas , orientadoras da fé ...






sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Toque da Alvorada : FÉ


O texto abaixo escrevi-o já há alguns anos, mas ele está sempre atualizado, porque a cada ano que passa a fé que move meu povo e admirável e se manifesta cada vez mais firme e inabalável.  
A procissão da penitência durante a quaresma já é tradição do nosso povo echaporaense. Iniciou-se hoje, 1ª sexta-feira da quaresma e segue até a última sexta- feira antes de Domingo de Ramos. Confiram....

Toque da Alvorada
FÈ...

5 horas da manhã...No alto-falante paroquial, o toque da alvorada. Já nem sei dizer há quanto tempo se usa o mesmo toque. O tradicional “silêncio”.Um costume herdado de um pároco antigo e muito querido.
Alguns minutos apenas. O suficiente para alertar os fiéis que é chegada a hora.
Levantar apressado. Rapidez na higiene matinal. Passos rápidos em direção ao ponto de encontro para a caminhada penitencial. É como se anjos tocassem a trombeta anunciando Jesus e a população acorresse atendendo a seu chamado.
Bonito de se ver. Gesto a se imitar. Passos rápidos... semblante iluminado...olhar determinado.
É, a fé é um sentimento indecifrável. Permanece escondida, parecendo fria, adormecida... De repente se inflama tocando o coração das pessoas de forma ardente e inabalável. Fé que se manifesta nos pequenos gestos desde o sono interrompido pelo toque da alvorada, o caminhar apressado, a oração contrita durante a caminhada, os cânticos sombrios, o semblante contemplativo e atento às palavras do pregador, atenção também à reflexão sobre a Campanha da Fraternidade.
Acontece todas as sextas – feiras da Quaresma. É tradição no nosso município a “PROCISSÂO DA PENITÊNCIA”. Já houve pároco que de início não botou muita credibilidade neste costume. Mas acabou mudando de ideia e se rendeu aos apelos da fé do povo.
Não importa o tempo que faça. Frio, ventania, neblina e até chuva. Lá vai o povo “caminhando com Jesus”. É um período de fortalecimento na fé, um despertar radiante a caminho da redenção.
  Mesmo que esteja chovendo. Não há empecilho. A igreja fica repleta de fiéis, provando que a fé do nosso povo é imbatível.
É como diz Zé Geraldo em sua música “A fé”: “Povo que vive sem fé é um povo abandonado”. O que não é o caso do povo dessa minha terra abençoada.