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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Cuidado com suas atitudes!

“A franqueza não consiste em dizer tudo que se pensa, mas em pensar em tudo que se diz”

Eu ontem presenciei uma cena que me chamou a atenção . Duas pessoas em conflito onde uma esbravejava na cara do outro tudo que lhe vinha à cabeça.
Não tiro e não dou razão a qualquer dos envolvidos. Afinal creio que ambos deviam ter lá seus motivos para tanta exaltação.
Foi então que me lembrei de uma frase assim: “Não é necessário dizer tudo que se pensa, mas é necessário pensar em tudo que se diz”.

Em situações assim de extremo estresse as pessoas perdem por completo o controle e acabam dizendo coisas que ferem tão profundamente e só depois de acalmados os ânimos é que compreendem o exagero de suas agressividades.
E se tem uma coisa que não volta atrás é a palavra proferida.
Por mais que bata o arrependimento que sejam feitas tentativas de desculpas o coração magoado dificilmente se recuperará. Ficará sempre uma cicatriz que manchará aquela relação.

Gosto daquele exemplo da folha de papel amassada. Nosso coração pode ser comparado a uma folha de papel. Depois de amassada, mesmo desamassando-a ela jamais será a mesma. Sempre restará marcas.
A impressão que deixamos na folha de papel será difícil de apagar. Então cuidado com a impressão que deixará nas pessoas.
Tem também aquela outra comparação com pregos. Depois que batemos um prego em algum lugar, podemos arrancá-lo, mas sua marca ficará ali como uma ferida aberta. Assim acontece conosco também. Palavras mal proferidas deixam marcas, causam destruição em nosso coração.

Cometemos muitas vezes esse erro em nossas vidas, falamos muito e pensamos pouco e com isso magoamos, e ás vezes muito, as pessoas a nossa volta.
È comum ouvirmos pessoas dizerem sobre si mesmas num misto de orgulho e gabolice: “É isso aí, disse tudo que pensava. Não levo desaforo para casa”
Mas também tem aquela outra frase que assim diz: "Quem fala o que quer, escuta o que não quer”.



Fale sempre que precisar, defenda-se , não se subestime. Mas também não subestime a pessoa do outro. Exercite a compreensão e a paciência. Que suas palavras possam ser tão suaves como o silêncio”
25/01/1321:04:38

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Deus me fala no silêncio



Vasculhando meus arquivos em busca de algo que nem me lembro mais, abriu a página de arquivos do Word Pad    e lá encontrei esse texto antigo , como mostra a respectiva data.
Lembrei-me então que em certa ocasião , um grupo de catequistas lançou um desafio a cada membro para que se escrevesse um texto com determinada palavra.  A mim , coube a palavra "SILÊNCIO"
A princípio eu recuei um pouco, pois não sou de escrever textos "sugeridos", digo, por encomenda.Gosto de ter minha própria inspiração de momento.
Curiosamente , depois de alguns dias em que já pensava em desistir da proposta, abri a janela pela manhã e a inspiração veio.
Palavras simples , mas que vieram do coração, as quais transcrevo aqui.
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arquivo pessoal

DEUS ME FALA NO SILÊNCIO

É de manhã! Muito cedo ainda...
Abro a janela e uma brisa fresca invade meu quarto, acariciando meu rosto...
Permaneço ali alguns momentos inebriando-me do frescor da manhã.
O SILÊNCIO me toca profundamente.
É bom ficar ali numa atitude contemplativa do universo e seu Criador.
Apenas o som de um ou outro veículo que passa ao longe.
E então me entrego àquele SILÊNCIO captando a presença de Deus ao meu redor.
À minha frente percebo um leve movimento por entre as folhas do abacateiro frondoso. Passarinhos se agitam ao amanhecer...
Da mangueira mais ao fundo não vejo o movimento. Apenas ouço a barulheira alegre e cantante de outros pássaros saudando a manhã.
Acima, o céu azul, límpido e claro... A lua que se ergue altaneira ainda não ofuscada pelo brilho do sol. Tudo me remete a uma paz infinita.
Permaneço alguns minutos curtindo a paisagem... Ouvindo o som dos pássaros... A brisa mansa... O farfalhar quase imperceptível das folhas das árvores... O céu como teto... A imensidão do universo.
Tudo me fala de meu Deus... É Deus se manifestando nas coisas simples e belas da natureza.
Impossível não sentir sua presença... Impossível não se curvar em adoração... Impossível não se dobrar em oração...
É Deus falando no SILÊNCIO do meu coração...
23/12/2011  23h49min
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TEM postagem nova aqui


Talvez você goste da colcha em patch colagem que fiz para as netas.
 Confira! Basta clicar
 http://meukantinhodaarte.blogspot.com.br/2014/08/colcha-infantil-em-patch-apliquee.html

.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

contemplando o entardecer



imagem de arquivo próprio


A cada fim de tarde o céu ganha novo tom
mistura de cores, mistura de pensamentos
Entre todos ,um só se delineia com clareza
"a esperança de também contemplar um novo amanhecer".



domingo, 10 de agosto de 2014

Manhã nublada e fria

 
foto de arquivo próprio

Manhã nublada e fria. Natureza desolada. Tudo parece mais triste silencioso e deprimente nesta manhã de domingo.

Culturalmente, domingo é o dia comumente chamado de dia do descanso , ou da “preguiça” para os mais ousados.

Se em dias úteis já fica difícil pular da cama de um salto só, neste inverno que castiga, imagine então em dia de domingo, onde deve predominar um levantar vagaroso, tranquilo, relaxante.

Espreguiçar-se, virar prá lá e prá cá entre os lençóis, ou melhor, entre cobertores faz parte da rotina. Vigora a “lei dos cinco minutinhos” a mais. Sem problema, se os “5 minutinhos” não acabassem se transformando em mais 5 e mais 5 … até que não dá mais para adiar o levantar. E então, com determinação lançamos de um salto só da cama.

Sem uma chuveirada bem quente não há como mandar para longe essa friagem. Uma xícara de café quente e lá estou eu na rua a enfrentar também a neblina mesclada com uns chuviscos.


A capelinha da periferia estava lotada , prova de que muitos outros também não hesitaram em enfrentar o frio rigoroso da manhã domingueira para sua demonstração de fé na participação da missa dominical.


Ali , no calor daquela capela todos unidos em oração sentimos o calor que flui de dentro de cada um de nós motivados pelo amor do Ser Supremo: Deus.


É tempo de amar com sinceridade

De abraçar sem fingimento e falsidade

andarmos sempre de mãos dadas

não deixar o mau prevalecer,

enfim, deixar Deus agir com seu poder”


escrito em 27/7/2014







sexta-feira, 8 de agosto de 2014

HOMENAGEM PÓSTUMA: À minha mãe




 Retornou nesta quarta-feira, 06/8, para os braços de Deus, minha mãe , aos 97 anos de idade
 após 20 dias de internação , onde houve complicação do quadro clínico.
Meus agradecimentos a todos aqueles que comigo estiveram neste momento, quer em presença  física ou em oração.
Descanse em paz , minha mãe!

"E quando amanhecer e no horizonte eu não te ver
Vou me lembrar de ti , como um belo amanhecer"

A MORTE NÃO É NADA - 
autoria atribuída à Santo Agostinho
 
A morte não é nada.
Apenas passei ao outro mundo.
Eu sou eu. Tu és tu.
O que fomos um para o outro ainda o somos.

Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.

Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
Como sempre se pronunciou.

Sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.

A vida continua significando o que significou:
Continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Porque eu estaria fora de teus pensamentos,
Apenas porque estou fora de tua vista?

Não estou longe,
Somente estou do outro lado do caminho.
Já verás, tudo está bem.
Redescobrirás o meu coração,
E nele redescobrirás a ternura mais pura.
Seca tuas lágrimas e se me amas,
Não chores mais.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

CRÔNICA DO MÊS DE AGOSTO






imagem de arquivo
E agosto chegou com ares de bons amigos,
Um céu límpido e transparente contrastando com o verde da natureza.

Um ar tão mais ameno com o sol já desde manhãzinha trazendo presságios de alegria e vida nova.
 Até pareceu-me que a natureza cansada da rigidez do inverno, em surdina, na madrugada saltou para a alegre primavera.
Sonho que se esfumaçou com a manhã enevoada e sol encoberto pelo horizonte cinzento de hoje. 
Eu já estava até estranhando a luminosidade deste final de julho e primeiros dias de agosto. 
Afinal, desde criança que carrego comigo essa cultura de que o oitavo mês do ano é cercado de superstições. Mês do azar, mês do cachorro louco, mês mais feio do ano,  mês ventoso e seco...
Mas, se é mês do cachorro louco ou mês do azar parece-me mais folclore, cultura popular . Mas que é o mês mais feio do ano, ah, isso não vou discutir. 


imagem google

Em agosto predominam os dias enevoados, ar seco e muita poeira trazida pelos ventos característicos do mês.
E foi assim que o dia amanheceu hoje . Um vento frio que cortava os ares, varrendo tudo que encontrava pela frente , brincando com os cabelos da moça toda arrumada em direção ao colégio.
No quintal rodopiam velozmente folhas secas, como a brincar displicentemente. . Um desafio para a mulher que em vão tentava recolhê-las.
Folhas secas que estalam sob os pés do passante apressado...
Folhas secas que levam sonhos, mas trazem também novas esperanças.
Folhas secas que caem e se perdem , mas que sinalizam um final de ciclo. 
Sinalizam também  que com as chuvas que virão logo após, nova vida, novas alegrias surgirão.

 "E assim como os ventos de agosto levam para longe as sementes que germinarão nova vida, que as sementes de amor germinadas em nosso coração possam voar prá terrenos férteis espalhando também muito amor e conforto em outros corações".


imagem google



"Que neste final de inverno e prenúncio de primavera possamos ser como o bambu, que com sua flexibilidade se curva   diante do vento forte e implacável mas não se quebra"





 











sábado, 2 de agosto de 2014

Crônica do mês de julho.


E julho chegou ao fim. 
Caracterizado pelos dias frios e manhãs nubladas próprias da estação, acredito que não vai deixar muita saudade.
A proximidade do mês de agosto traz um certo conforto, na perspectiva de dias mais quentes e agradáveis.
Mas nem só de frio se vive em julho. Porque como em todas as estações, o inverno tem lá suas belezas. 

E o mês de julho não deixou de mostrar também seu lado belo através da natureza que sempre traz um "quê" de primavera.
. Vi muito céu azulado. Tão azul que mais parecia ter ali se derramado um balde de água de anil que o frio das alturas congelou...
Contrastando com o céu de anil vi florescer meu manacá com sua beleza branca , rósea e lilás desafiando o céu azul e atraindo as mamangavas que afoitamente cuidavam da polinização.



 Eucaliptos altaneiros em seu verde intenso querendo tocar o céu azul



Ipês florescendo em meio à rusticidade do inverno


Primaveras anunciando que sempre haverá "primavera" ,  mesmo diante do inverno mais rigoroso

E em meio a essa beleza  vi também o esmaecer de "uma flor"  que a cada dia perdia sua sua cor, sua força sua vida... Uma "flor" que já cansada pela produção intensa,sofrida pela exposição às intempéries acabou por perder o vigor e da vida está a se despedir... 


Uma flor que ainda resiste à rigorosidade de seu inverno e nos  faz sentir literalmente o finalizar das estações...

Assim é a vida: dias floridos, outros ensolarados ou nublados e outros muito frios...
Dias sem sol, dias em que sentimos a vida escapulir...
Mãe, aconteça o que acontecer , você será sempre uma "flor viva" em nosso coração!