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segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Final de ano : Hora de revirar as gavetas

                                                  

"Este ano eu quero paz no meu coração
 Quem quiser er um amigo que me dê a mão"

*************
Este é um texto escrito e publicado já há vários anos.  Mas gosto de republicá-lo todo final de ano como uma forma de reflexão sobre o ano que  está findando e nossos desejo de preencher o vazio de nosso coração ( as gavetas ) com muita alegria , amor e esperança . 
 Jogar fora aquilo que que deixa nosso coração nublado e obscurecido pelas mágoas , por questões mal resolvidas , sonhos não realizados  e olhar para frente com otimismo e desejo de vida nova . 

A pandemia deixou marcas , vivemos muito tempo inseguros , pensamentos nebulosos permeando nossas mentes . Muita tristeza com tantas perdas próximas ou não . Lágrimas contidas ou copiosamente derramadas . Estamos vencendo . Muitos não conseguiram . Nosso louvor é de agradecimento . Que esses momentos festivos de final de ano, tão esperados ansiosamente, possam nos reernegizar e ativar em nosso coração a esperança de que novos dias irão se consolidar . 

FELIZ 2022 A TODOS QUE POR AQUI PASSAR




*******************

                  Estive revirando as gavetas  

Colocando-as em ordem
Limpando-as do pó acumulado com o tempo
Separando papéis
Rasgando uns
Jogando fora outros

Muitos papéis encontrei
Amarelados pelo tempo
Corroídos pelas traças
Outros de que já nem me lembrava mais
Esquecidos em um canto
Mas que significavam um marco importante
Na composição de minha história

E assim limpando as gavetas
Refleti que aquele gesto tinha um significado simbólico
Limpar as gavetas pode significar
Passar a vida a limpo

Revire suas gavetas
Dê um balanço em suas atitudes
Como anda seu compromisso
Com a família
Com o próximo
Com a comunidade?
Já deu um balanço em seus sentimentos?
pensou em quanta amargura,
ódio, ressentimentos
ciúmes, inveja
podem estar aí
corroendo sua alma
como as traças corroem os papéis?

Guarde desejos intensos
De Paz, Saúde, Prosperidade
 Valorização e respeito pela vida
Mas não apenas os guarde
Não os deixe esquecidos no fundo da gaveta
Transforme-os em realidade
Reveja conceitos, recupere sentimentos perdidos
Perdoe...

Não apenas alimente o desejo de um mundo melhor
Mas trabalhe por um mundo melhor
Assim todos juntos em comunhão fraterna
 Independente de raça, cor ou religião
Sentados à mesma mesa
Partilhando os mesmos desejos, os mesmos sonhos
A mesma alegria
O mesmo amor
Todos unidos no grande Abraço da paz!

edite lima 

*********



terça-feira, 3 de abril de 2012

Gosto de escrever...

"Escrever é fechar os olhos e conversar com o coração"

Durante a semana anterior, meu Kantinho ficou meio que abandonado.
Mas confesso que, entre os diversos compromissos a que estive ligada esta semana, o desejo de estar aqui me comunicando era intenso. Mas o tempo me era escasso. E não acho correto apenas escrever por escrever. As ideias surgem, mas o texto deve ser pensado, refletido e escrito levando em conta o leitor, nosso principal crítico e otimizador . E faltou-me esse tempo.
Mas eu vou me organizando e tentando colocar em dia meu compromisso tanto de escrecer quanto de visitar outras páginas.
Gosto de escrever. Falar das coisas simples da vida, do meu cotidiano. A observação é a minha maior aliada. Utilizo como matéria meu dia a dia, o contato com as pessoas, a natureza. Gosto de falar da natureza e a comunhão do homem com a mesma.
Gosto de mensagens que falam ou sugerem o amor e o respeito ao próximo. agrada-me também descobrir outros estilos literários e refletir sobre as diversas maneiras de pensar.
E assim vou dizendo o que faço, o que penso, desvendando eu mesma meus pequenos segredos. Descobrindo segredos alheios...
Encontrei no ato de escrever uma maneira de libertar o que se encontra preso dentro de mim, extravasar emoções, provocar sensações …
Eu acredito no poder transformador das palavras.
Palavras mal colocadas tem o poder de destruição. O contrário acontece com palavras bem colocadas. Elas tem o poder construtivo que faz com que possamos rever ou acentuar conceitos. Acrescentam algo em nossa vida. Porque trazem entusiasmo, oferecem esperança, conforto e motivação.
E é com esse objetivo que sento-me à frente do computador ou rabisco páginas e páginas de papel.
Hoje sinto-me aliviada por estar aqui podendo escrever essas palavras.
Não tenho pretensão literária, mas acredito que escrever é uma das formas de fazer história e não ser apenas mais um elemento do quadro no universo..
Escrever é a prova de que podemos ser eternos, é deixar raízes...

domingo, 25 de março de 2012

O que é ser santo hoje?


Este texto nasceu depois de meu último encontro de catequese., assim também como o tema foi surgindo e crescendo de acordo com as indagações dos catequizandos que se mostraram muito interessados sobre o assunto:

 “Santidade nos dias de hoje”
Discorrendo sobre o dia de São José, (19 de março) após as informações sobre a vida do Santo, pai adotivo de Jesus, patrono dos trabalhadores falamos também sobre o respeito e devoção a ele devidos.
Induzidos a mostrar as virtudes de São José, encontramos:
trabalhador, companheiro, educador, bom pai, aquele que valoriza a família,humilde, caridoso, presente na vida do filho Jesus.
Perguntei então: 
  • Porque São José tinha todas essas virtudes?
  • Porque ele seguia a palavra de Deus, respondeu um
  • Porque ele tinha Deus no coração! Respondeu outra
  • Porque ele era bom...
Podemos imitar São José em suas virtudes?
  • Sim, todas concordaram
Após essa respostas eu pergunto: Então vocês acham que é possível ser santo nos dias de hoje?
  • Uma arriscou e respondeu: Muito difícil...
Houve um momento de hesitação. Tiveram dúvidas. Porque assim como muitos de nós quando pensamos em santidade pensamos sobretudo nos altares e pedestais. Pensamos nos mártires que entregaram em sacrifício suas vidas a Deus, perseguições... Pensamos na vida de pobreza e entrega total a Deus como São Francisco de Assis, Santo Antônio e outros santos da igreja dos quais conhecemos a vida de doação total.
É hora de acordarmos e assumir a santidade proposta pela igreja e pelos evangelhos. É preciso entender que é possível exercer a santidade nos dias de hoje, apesar do mundo conflituoso em que vivemos.
Podemos deixar marcas na vida daqueles que nos rodeiam, nas nossas amizades, na família. Isto é ser santo : é tratar o outro da maneira com que queremos ser tratados , é ser bom e compreensivo dentro da família e comunidade, é querer bem a todos, sem discrinação. É não julgar, acolher também o pecador, o pobre, o indigente. É amar a Deus e ao próximo.
Ser santo é mostrar para os jovens e adolescentes que apesar das facilidades do mundo de hoje , seguir o caminho certo é sempre a melhor opção., pois nós teremos em troca aquilo que escolhemos. O amanhã depende muito de como vivemos hoje.
Já diz a Palavra de Deus que “estreita é a porta que conduz ao Reino de Deus, mas larga é a porta que leva ao caminho da perdição”. Seguir Jesus, portanto, exige renúncia.
Aos poucos as crianças foram concluindo que os santos de “ontém”são aqueles que nos servem de exemplo. São aqueles que viveram imensamente o amor de Deus e que nos serve de referência.
Citando exemplos de pessoas santas nos dias de hoje, lembramos Drª Zida Arns, coordenadora da Pastoral da Criança, falecida recentemente , mas que grande benefício trouxe às crianças e mães com a eficácia do soro caseiro. Uma medida tão simples e de baixo custo que reduziu consideravelmente a mortalidade infantil eno Brasil e no mundo, alem de outras medidas efetivas dentro da Pastoral. 
Falamos também do inesquecível João Paulo II, grande promotor da paz, modelo de santidade. A dedicação de Irmã Dulce, recentemente beatificada.
Concluindo, ficou claro que é perfeitamente possível levar uma vida de santidade hoje. 
Coloque Jesus em todos os momentos de seu dia e o leve a todos os lugares. Santidade não é fuga do mundo, mas transformação da realidade triste em que vivemos. 
 Quantas pessoas santas, muitas anônimas não vivem hoje neste mundo dando seu exemplo de caridade e vida de amor e doação a Deus e ao próximo.
Vamos seguir o caminho que Deus traçou para nõs, através de sua Palavra. Ele espera que cada um faça o seu melhor.

Jovens, não desperdicem sua juventude. Vivam intensamente sabendo que podem curtir a vida, mas sem serem curtidos por ela. Levem a vida com alegria, mas não deixem a vida vos levar...Tenham certeza  de que vocês podem ser os santos de hoje, os santos de calças jeans, como dizia João Paulo II .

Visto a abrangência do assunto, esse texto também se encontra aqui

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Fatalidade ou irresponsabilidade?



Nestas duas últimas semanas os noticiários vêm nos bombardeando com trágicas notícias sobre acidentes ditos “fatais”.
Fatalidade tornou-se o termo usado para explicar irresponsabilidade de terceiros que culminam com vítimas fatais.
Fatalidade para o caso da menina Grazielly(3 anos), atropelada e morta no sábado anterior (18/02) por um jet ski desgovernado, enquanto fazia castelos de areia com a mãe, numa Praia em Bertioga.
Uma vida interrompida pela tal “fatalidade”. A alegria da praia que deveria trazer boas lembranças, acabou em tragédia.

Fatalidade também para o caso da adolescente Gabriela de 14 anos, vítima de um “acidente” no parque de diversões Hopi Hari em Vinhedo, próximo a Campinas, no último sábado (24/02).
Quando frequentamos um parque de diversões ou permitimos que nossos familiares experimentem os brinquedos, “supõe-se” que todos estejam dentro das normas que regulamentam seu funcionamento. Acreditamos que saõ seguros e monitorados também por pessoas preparadas e responsáveis. Ou seja,colocamos nossas vidas nas mãos de quem maneja o brinquedo como também a colocamos nas mãos de condutores de ônibus, carros ou aviões .
Acidentes acontecem, mas nos dois casos há muito de imprudência e irresponsabilidade.
E o descaso com a vida alheia é tamanho, que o parque sequer foi interditado para averiguações. Muito menos tomou a iniciativa própria de encerrar as funçoes até que a perícia concluisse as iinvestigações. Apenas isolou-se o briquedo em questão.
Como disse a mãe da jovem, num desabafo: “Minha filha estava sendo enterrada e o parque continuava em funcionamento”
O descaso com a vida está tão acentuado, que tirar vidas está deixando de chocar as pessoas.

O que é fatalidade?

Segundo o dicionário, fatalidade= inesperado, inevitável. Inadiável, …
Fatalidade pode ser considerado o fato das vítimas estarem em lugar errado, na hora errada.
Mas atropelar alguém por não saber conduzir um veículo automotor, uma embarcação qualquer, não pode ser considerado fatalidade.
Inconsequentes os pais, quem forneceu a embarcação, a fiscalização falha e também o condutor.
Inconsequente também quem monitorava o brinquedo no parque, por que já ficou provado pela perícia que o brinquedo não apresentava falha mecânica. A falha pode ter sido do funcionário que não checou se o cinto de segurança do público envolvido naquele momento com o brinquedo estava bem travado.
A fatalidade está em justamente o cinto da Gabriella não estar bem travado. Mas o que não inibe a responsabilidade do funcionário que não cumpriu sua função.
Vidas destruidas. Famílias que se alimentarão das doces lembranças do filhos queridos. Famílias atormentadas pelo remorso . Réus que carregarão um trauma gritante pelo resto da vida.
Vidas estragadas pela deficiência de formação de caráter.
Quanto vale uma vida? Para onde caminha a humanidade?

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A magia acabou...

“O ano só começa depois do carnaval?”Seria isso uma verdade ou apenas uma falácia?

Este costume de dizer que o ano só começa depois do carnaval é antigo e gera muitas controvérsias.
Para aqueles apaixonados pela folia carnavalesca chega a ser uma verdade incontestável. O fato é que concordam com tais dizeres defendendo a causa em benefício próprio.
Muitos resistem em deixar a avenida. E na quarta feira ainda participam do arrastão carnavalesco. Resistem em aceitar que o sonho acabou, a magia se desfez e é hora de voltar à realidade.
Nada contra o carnaval e sua alegria, muito menos com quem gosta dele. Eu apenas não participo e abomino os abusos e excentricidades. Defendo um carnaval com responsabilidade e decência.
A emoção para alguns é tamanha que derramam lágrimas em plena avenida. E depois, a beleza das escolas de samba, suas alegorias e suas homenagens são muitas de uma criatividade e beleza incríveis.
Enquanto uns descarregam suas energias na avenida, outros aproveitam para recarregar as baterias, aproveitando o tempo de forma agradável
Que não se chegue ao extremo de dizer que nesses dias “não se deve pensar e nem falar em trabalho” . Também não se caia na insensatez de abandonar ou adiar projetos que correm o risco de ficar prejudicados por esse afã carnavalesco.
Dependendo da área profissional , pode-se aproveitar os dias de feriado para planejar melhor suas atividades . Para quem não gosta da folia carnavalesca, nada de ficar reclamando. Melhor aproveitar esses dias de folga das atividades rotineiras de forma mais produtiva.
A folia pela TV chega a ser cansativa, embora muitas dotadas de beleza. Então que tal aproveitar para ver um filme convidar amigos para um bate-papo, reunir a família ou até mesmo, se preferir o isolamento, se concentrar na leitura de um bom livro.
Tudo tem uma medida e é bom evitar fazer desse período um marco para os dias de trabalho para depois não precisar “correr atrás do prejuizo”.
É importante reavaliar a forma como administramos nosso tempo, pois utilizá-lo da melhor forma possível é responsabilidade pessoal.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Uma chuva de flores para você!

ANA,

que passeia esvoaçante pela vida como uma borboleta disseminando o polem do amor, alegria e otimismo. 
Ana, que de um jeito leve e brejeiro vai escrevendo com amor a sua história, vai traçando sua trajetória de menina forte e guerreira
Desprovida de arrogância e vaidade, tem sua vida pautada na simplicidade.
Ana, mulher e menina,esposa, mãe, companheira e amiga...
Alento nas horas tristes, fidelidade em todos os momentos.
Sempre se fazendo presente, deixando um comentário sincero, uma manifestação de carinho e amizade no mais simples texto que escrevo. Um cheirinho de amizade...
Enquanto a vida não favorece a oportunidade de nos conhecermos pessoalmente, que possamos por muito tempo desfrutar da magia e encanto deste mundo virtual.
Ana, que é apaixonda por poesia... A mim não foi dado o dom de escrever versos poéticos.
Mas nesta data tão festiva a homenageio com estas simples palavras.
Palavras singelas, mas que brotam do fundo do coração!
A você, Ana, todo meu carinho e amizade.
Que a vida lhe sorria sempre!
  
Abraços
EDITE

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Caminhando e... observando...

 "Os pássaros nos inspiram e passam a mensagem de otimismo e disposição para  enfrentar o dia com alegria e preparados para eventuais dificuldades"

Gosto muito do horário da manhã para praticar minhas caminhadas. Sinto-me atraída pela calma quase total da cidade e nessas manhãs de verão o ar perfumado  que infiltra pelas nossas narinas é inebriante.
Pássaros fazem algazarra por entre os galhos das árvores. Quanto mais cedo, a algazarra é maior.
 É como se saudassem a natureza e convidassem  todos a ver a beleza do sol nascente surgindo através dos tons avermelhados distante no horizonte.
Hoje a algazarra estava tão grande que me obriguei a fazer parada debaixo de uma árvore para observar melhor por entre os galhos das árvores. É como se conversassem alegremente avaliando as perspectivas para o transcorrer daquele dia. 
Os pássaros nos inspiram e nos ensinam passando a mensagem de otimismo e  disposição para enfrentar  o dia com alegria e preparados para eventuais dificuldades.
Observando as pessoas, gosto de imaginar o que se esconde por trás de cada uma delas. Algumas passam compenetradas, outras aos grupos conversando alegremente. Alguns vão, outros mais madrugadores já retornam. Alguns cumprimentam alegremente, outros fingem -se de cegos ou faz com eu me sinta invisível.
Gosto de receber "bom dia". Mas gosto mais ainda de dar  meu "bom dia". Receber bom dia me faz sentir notada, viva, tocada e até importante por aqueles que fazem o mesmo trajeto que eu. . Por isso gosto de distribuir meus "bons dias". Porque quero também que as pessoas , assim como eu, sintam-se percebidas , presentes  e notadas por mim.
Tomei a decisão de não esperar pelo "bom dia".Costumo dizê-lo a todos que encontro no meu trajeto,  mesmo correndo o risco de algumas vezes minhas palavras cairem no vazio. 
Frustrações, traumas,ressentimentos,  relacionamentos mal resovidos, tomaram o lugar do entusiasmo no rosto de determinadas pessoas. Algo tão profundo que nem  mesmo a magia envolvente de uma bela  manhã de verão conseguiun dissipar tal névoa.


O texto abaixo, recebi-o por e-mail. Mais um desses textos veiculados via internet , como sempre de autor desconhecido, mas que traz uma mensagem riquíssima :

Um dia peguei um taxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.
O taxista pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigavel.
Indignado lhe perguntei: ‘Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!’
Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de :
“A Lei do Caminhão de Lixo.”
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente. Isto não é problema seu!
Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas. Fique tranquilo… respire e deixe o lixeiro passar . 
O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo. Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustações.
Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.
A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!
Tenha um ótimo final de semana, Livre de lixo!


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Cuidando da casa

Lar, doce lar!

Minha ajudante entrou de férias por um curto período, e veja o que restou de mim. Uma trabalheira só!...Puxa, fico pensando como é que as mulheres de décadas atrás davam conta de tudo sozinha
Filhos, marido, organizar a casa, abastecer a despensa, lavar, passar, cozinhar sem delegar nenhuma tarefa. Arre... Fico cansada só de imaginar! Eram verdadeiras heroínas. Ou melhor, verdadeiras “Amélias! “Amélia é que era mulher de verdade! “Amélia não tinha a menor vaidade”, compôs Ataulfo Alves em parceria com Mário Lago.
Pobrezinhas! Não tinham era tempo para pensar em vaidade. Além de toda trabalheira, com tudo mais difícil na época, os filhos eram quase sempre em número bem maior que nos dias de hoje. Não se falava em controle da natalidade.
Mas, à sua maneira, dentro do que lhes era possível elas davam um jeitinho e se cuidavam sim. Porque a vaidade faz parte da mulher. Toda mulher tem um pouco de vaidade, tem também suas fantasias, algumas secretíssimas.
E depois, o desejo de todo homem é ter a seu lado uma companheira compreensiva, “descansada”, sensível e perfumada para os prazeres noturnos.
E qual mulher não se esmera em realizar o desejo de seu homem, mesmo que tenha que se desdobrar em esforços?
Cá entre nós, depois da labuta do dia, um chameguinho não faz mal a ninguém, não é mesmo?

ATUALIZANDO
Hoje os tempos são outros. O mundo de hoje pede uma mulher mais participativa e dinâmica. É preciso conciliar vida doméstica com atividade extra lar.
O casamento moderno não dá mais lugar ao modelo antigo onde o homem era o provedor e a mulher se resumia às funções de mãe e dona de casa. Presume-se que as responsabilidades sejam divididas e todos tenham direito ao amor e ao prazer.
A facilidade de acesso aos eletros domésticos cada dia mais modernos, também “quebram um galhão”. Difícil viver hoje sem essa parafernália de eletrodomésticos que temos em nossa cozinha e nossa  grande amiga lavadora de roupas. O tempo das “Amélias” ficou lá atrás.
É, ainda bem que os tempos mudaram... Já pensaram ter que ralar no tanque, esfregar o chão, varrer quintal, se debruçar na pia lavando aquela pilha de louça, levar filho na escola e ainda ter ânimo para se depilar, fazer unha, sobrancelha, se maquiar, cuidar do cabelo e  se preocupar em ficar esbelta e “gostosona” pro maridão?
Bem, mas para levantar um pouquinho o ânimo e fazer com mais prazer os trabalhos domésticos aqui vai uma boa notícia: Você sabia que uma sessão de faxina completa queima tantas calorias quanto uma aula de ginástica? Um total de 1200calorias, dizem os entendidos no assunto. Sabe por quê?
As tarefas domésticas trabalham a musculatura dos membros superiores, peitoral e dorsal devido ao uso contínuo das mãos e braços. E ao subir a escada para limpar no alto, acabamos reforçando abdômen, glúteos e panturrilha. (Isso se você não cair...)
E então, se animou? Eu de cá digo que não. Queimar calorias fazendo faxina? Eu, heim! Prefiro queimar a conta de energia elétrica. Quanto mais eletrodómesticos para ajudar melhor...E de quebra, uma faxineira não faz mal a ninguém...
 Ah, só um lembrete: Não deixem de dar seu toque pessoal na sua casa. Afinal ela é o lugar para onde voltamos todos os dias e gozamos de nossa privacidade. Queremos passar ali nossos melhores momentos. Então, o que fizer, faça -o com prazer, sem se escravizar. Mas transforme seu cantinho num ambiente convidativo e com a sua cara. Transforme-o num “lar-doce-lar!”

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

cores da vida


Quem tem um amigo, tem um tesouro



Malu, Gisa e eu, uma amizade que se consolidou. 
Nos conhecemos pela internet, mas o desejo de nos conhecermos pessoalmente era grande. Goiânia é onde moram . Como tenho parentes lá, isso já facilita e muito.
Ir à Goiânia e não visitá-las pode-se dizer que é ir ao Egito e não visitar as pirâmides ou ir à Roma e não ver o Papa. Ou qualquer outra comparação que se possa fazer a favor da boa amizade que deve ser sempre valorizada..
Reparem no semblante da Malu e da Gisa... São sempre assim, espontâneas, carinhosas, alegres, generosas. Estar com elas é ter  sempre  o sol sempre brilhando.
Passamos horas conversando diante do lago do Parque Vaca Brava.
A tarde de domingo estava nublada e ameaçando chuva. Mas isso não impediu que nosso encontro fosse "ensolarado".
  À tardinha fomos ao shopping, do outro lado da rua, comemorar o aniversário da Malu que havia sido durante a semana. Nada sofisticado. O que importava era a alegria do momento. 
Então, se alguem me perguntar quais são as cores da vida  eu direi sem hesitar que " a vida tem as cores que a gente pinta". Tem as cores que a gente esconde dentro de nós. Para que a vida tenha as cores do arco iris, abra a janela da alma. Valorize os bons momentos.




 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Fotos; "A tradição do BOM ANO NOVO"

Vejam as fotos referentes ao texto abaixo: "A tradição do Bom Ano Novo"
Os primeiros que bateram à minha porta...

Vamos sair no jornal? perguntou a mais espontânea

Fila indiana para receber as guloseimas...

Reparem na pequenininha. Deve ser sua 1ª vez. Apenas 4 aninhos...O maior lá atrás estava meio encabulado...

Nem a chuva impediu que viessem. Pareciam "pintinhos" molhados...Reparem nas sacolinhas já quase cheias...

Eesta jovem e linda mamãe. Enfrentou chuva para que seu filhinho pudesse tb participar...

Crianças , vcs nem imaginam o quanto bem me fizeramm.Feliz Ano Novo a todos...

a tradição do Bom Ano Novo"


A tradição do “Bom Ano Novo”

 Há exatamente um ano eu postei neste espaço um texto sobre a tradição do “Bom Ano Novo”, que ainda se cultiva por aqui.
Para quem não se lembra no dia 1º de janeiro as crianças saem bem cedinho de suas casas, munidas de sacolinhas e vão fazendo sua peregrinação pelas ruas da cidade.
“Fica determinado que neste dia é proibido dormir até mais tarde”. Elas vão batendo de porta em porta e fazem a saudação: ”Feliz Ano Novo!”, e recebem suas guloseimas.  Algumas pessoas se incomodam com essa pequena “invasão”. Mas outras se postam na frente da casa com pacotinhos já preparados para as crianças que passarem por ali.
Normalmente aqui em casa essa incumbência fica a cargo de meu esposo. Na semana anterior ele já providencia as guloseimas de forma que todos sejam atendidos. Acredito que esse seu zelo extremo seja motivado por recordações agradáveis da infância. E assim, colabora para manter a tradição.
Neste início de ano, devido a uma pequena indisposição viral, esta tarefa foi delegada a mim. Então tive a  feliz idéia de registrar esse momento para que não se perca como está se perdendo a tradição. Muitos não a conhecem, nem mesmo ouviram falar.
Estas crianças em minha porta me fazem olhar para o futuro com mais esperança. Mas ao mesmo tempo também temerosa pelos rumos que a nossa sociedade cheia de conflitos está tomando.
Crianças abandonadas, maltratadas, fora da escola, exploradas no trabalho e também sexualmente. Falta educação, falta saúde, falta quase tudo...
Olho para esses rostinhos. Uns mais espontâneos outros mais tímidos ou inseguros. Cada rostinho desses representa simbolicamente um Joãozinho ou uma Maria esquecidos em algum canto desse mundão de meu Deus
Cada rostinho desses me faz pensar em acolhimento, proteção, segurança, educação, religião...
É a ocasião me colocando diante da realidade nua e crua da vida...
É a vida me convocando a assumir o meu compromisso de cristã...

sábado, 31 de dezembro de 2011

Revirando as gavetas


Revirando as gavetas
Estive revirando as gavetas
Colocando-as em ordem
Limpando-as do pó acumulado com o tempo
Separando papéis
Rasgando uns
Jogando fora outros

Muitos papéis encontrei
Amarelecidos pelo tempo
Corroídos pelas traças
Outros de que já nem me lembrava mais
Esquecidos em um canto
Mas que significavam um marco importante
Na composição de minha história

E assim limpando as gavetas
Refleti que aquele gesto tinha um significado simbólico
Limpar as gavetas pode significar
Passar a vida a limpo

Revire suas gavetas
Dê um balanço em suas atitudes
Como anda seu compromisso
Com a família
Com o próximo
Com a comunidade?

Guarde desejos intensos
De Paz, Saúde, Prosperidade
 Valorização e respeito pela vida
Mas não apenas os guarde
Não os deixem esquecidos no fundo da gaveta
Transforme-os em realidade
Reveja conceitos
Recupere bons sentimentos

Não apenas alimente o desejo de um mundo melhor
Mas trabalhe por um mundo melhor
Assim todos juntos em comunhão fraterna
 Independente de raça, cor ou religião
Sentados à mesma mesa
Partilhando os mesmos desejos, os mesmos sonhos
A mesma alegria
O mesmo amor
Todos unidos no grande Abraço da paz!